BUSCAR PRODUTO:  
imagens religiosas
  Lançamentos
  Católicos
  Esotéricos
  Religiões Afro-Brasileiras
  • Africanos
  • Baianos(as)
  • Botons de orixás
  • Caboclas
  • Caboclos
  • Candomblé
  • Ciganas
  • Ciganos
  • Crânios
  • Entidades Mirins
  • Erês
  • Espiritismo
  • Exus
  • Iemanjá
  • Ogum
  • Orixás
  • Pembas
  • Pomba Gira
  • Ponto
  • Povo do Mar
  • Pretas Velhas
  • Pretos Velhos
  •   Decoração
      Modelagens Especiais
      Restaurações
      Tipos de Acabamentos
      Acessórios
      Calendário dos Santos
      Eventos / Notícias
      História dos Santos
       
     

    Negrinho do Pastoreiro

    Negrinho do Pastoreiro
    Código Altura Cod. Preço Acabamento  
    193 30 cm AL Barroca/ Padrão/ Patinado/ Perolado/ Resina/ Rica/ Romana/ Romana Rica Ver +

     

    O Negrinho do Pastoreio é uma lenda meio africana meio cristã. Muito contada no final do século antepassado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil. Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece", disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo. Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. E depois disso, entre os andantes e posteiros, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio. Então, muitos acenderam velas e rezaram um Pai-Nosso pela alma do judiado. Daí por diante, quando qualquer cristão perdia uma coisa, o que fosse, pela noite o Negrinho campeava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver. Desde então e ainda hoje, conduzindo o seu pastoreio, o Negrinho, sarado e risonho, cruza os campos. Ele anda sempre a procura dos objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus donos, quando estes acendem um coto de vela, cuja luz ele leva para o altar da santa que é sua madrinha. Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi. Foi por aí que eu perdi. Foi por aí que eu perdi.". Se ele não achar, ninguém mais acha. Fonte: Luiza Fernanda, de Caçapava, SP

     

    :: Negrinho do Pastoreiro - Imagens Bahia ::  
    Calendário religioso dos santos


    Hóstias e santos: Mundo S/A mostra a indústria dos produtos ligados à fé



    Imagens Bahia Ltda. - Todos os direitos reservados All rights reserved - produzido por: Sarro Comunicação