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Santa Madre Paulina
Ref.: 720/80
Santa Madre Paulina - Imagem de Santa Madre Paulina de 80cm
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80cm 20cm
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R$ 1.293,35
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Santa Madre Paulina
Imagem de Santa Madre Paulina de 80cm

Tamanho: 80cm
Código de preço: BR
Código: 720/80
EAN: 7898467305898
Amabile Lucia Visintainer, em religião Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, nasceu em Vígolo Vattaro, Trento, naquela época sob o domínio austríaco, aos 16 de dezembro de 1865. Segunda de catorze filhos ( 9 homens e 5 mulheres) nascidos de pais pobres de bens materiais, mas ricos das virtudes de verdadeiros cristãos, Antonio Napoleone Visintainer e Anna Pianezer, foi batizada no dia seguinte ao nascimento e crismada em 1874. Com apenas quase 10 anos emigrou com seus pais e irmãos para o Brasil, em 1875, no atual Estado de Sta. Catarina, onde logo nasceram vilas que, tendo como centro Nova Trento, tomaram os nomes das terras deixadas: Vigolo, Bezenello, Valsugana, etc. e onde a assistência religiosa, desde 1879, foi assegurada pelos Padres italianos da Companhia de Jesus. Recebida a Primeira Comunhão aos 12 anos, Amabile começou a participar da vida paroquial e foi encarregada do Catecismo às crianças, da visita aos doentes e da limpeza da Capela de Vigolo, localizada onde moravam os Visintainer. Numa região desprovida de casas religiosas e diante da necessidade de cuidar dos doentes, Amabile, aos 25 anos, com a permissão de seu pai e a aprovação do pe. Marcello Rocchi,SJ., deixou a casa paterna e junto com uma companheira Virginia Nicolodi, passou a morar num casebre, em Vígolo, para aí cuidar de uma mulher cancerosa desamparada. Era o dia 12 de julho de 1890. Esta data é considerada como o dia da fundação da obra de Madre Paulina, que nos planos do Senhor constitui a primeira Congregação religiosa no Brasil. Em 1895, o pequeno grupo, que se formara em torno de Amabile em Vígolo e se havia transferido a Nova Trento, recebeu a aprovação do Bispo de Curitiba Dom José de Camargo Barros, com o nome de Filhas da Imaculada Conceição. Em dezembro do mesmo ano fizeram os votos religiosos e Amabile Lucia Visintainer, recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. O Instituto começou na extrema pobreza, pelo que as primeiras Irmãs, além do cuidado dos doentes e das órfãs e dos trabalhos da paróquia, para viver deviam trabalhar na roça (à meia) e na pequena indústria da seda, muito conhecida, segundo a tradição e capacidade trentinas. Depois da fundação das Casas de Nova Trento e Vígolo, em 1903 Madre Paulina se transferiu para São Paulo, seguindo conselho e convite de pe. Luigi Maria Rossi sj., que já fora Pároco de Nova Trento desde 1895 e naquele ano nomeado Superior da Residência de São Paulo. Pouco tempo depois, na colina do Ipiranga junto a uma Capela aí existente, iniciou a obra da "Sagrada Família" para abrigar os filhos de ex-escravos, e velhos ex-escravos, depois da abolição legal da escravidão em 1888. Nas vésperas da transferência para São Paulo, pe. Rossi que possuia todas as faculdades para a direção das Filhas da Imaculada Conceição, cuidou da organização jurídica da Congregação com um Capítulo celebrado em fevereiro de 1903, no qual Madre Paulina foi eleita Superiora Geral " ad vitam". O governo de Madre Paulina durou 6 anos, durante os quais, com o afluir de vocações, a Fundadora pôde realizar a fundação de outras três Casas no Estado de São Paulo. No ano de 1909 a Fundadora sofreu terrível prova. Por causa de dificuldades criadas pela intromissão de pessoas estranhas apoiadas por algumas religiosas e pela autoridade eclesiástica, Madre Paulina foi deposta num manobrado Capítulo Geral no mês de agosto de 1909. Foi-lhe reconhecido e conservado somente o titulo de "Veneranda Madre Fundadora". De 1909 a 1918 viveu na casa por ela fundada em Bragança Paulista. Foram 9 anos de prova, de humilhações materiais e da noite mística do espírito. Estes anos foram considerados pelo pe. Rossi como clara permissão de Deus para que Madre Paulina se tornasse "vítima de amor e de reparação" pela santificação de suas filhas. Em 1918, Madre Paulina foi chamada à Casa Geral em São Paulo, com pleno reconhecimento de suas virtudes, para servir de exemplo às jovens vocações da Congregação, desde 1909 assumira o nome de "Irmãzinhas da Imaculada Conceição."( C I I C,) No período que vai de 1918 a 1938, distinguiu-se pela oração constante, pela amorosa e continua assistência às irmãs doentes. Em 1938 começou a Via sacra dos sofrimentos por causa do diabete: progressivas amputações, do braço direito, até a cegueira total. Aos 9 de julho de 1942 com a habitual jaculatória nos lábios:" Seja feita a vontade de Deus" morreu piamente no Senhor. Fonte: www.prodau.com.br
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