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Iemanjá roupa branca
Ref.: 316B
Iemanjá roupa branca - Imagem de Iemanjá roupa branca de 40cm
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Iemanjá roupa branca
Imagem de Iemanjá roupa branca de 40cm

Tamanho: 40cm
Código de preço: AL
Código: 316B
EAN: 7898467298350
História de Iemanjá roupa branca
Mitos de Iemanjá: Iemanjá irrita-se com a sujeira que os homens lançam ao mar Logo no principio do mundo, Iemanjá já teve motivos para desgostar da humanidade. Pois desde cedo os homens e as mulheres jogavam no mar tudo o que a eles não servia. Os seres humanos sujavam suas águas com lixo, com tudo o que não mais prestava, velho ou estragado. Até mesmo cuspiam em Iemanjá, quando não faziam coisa pior. Iemanjá foi queixar-se a Olodumare. Assim não dava para continuar, Iemanjá Sessu vivia suja, sua casa estava sempre cheia de porcarias. Olodumare ouviu seus reclamos e deu-lhe o dom de devolver á praia tudo o que os humanos jogassem de ruim em suas águas. Desde então as ondas surgiram no mar. As ondas trazem para a terra o que não é do mar. Iemanjá é nomeada protetora das cabeças Dia houve em que todos os deuses deveriam atender o chamado de Olodumare para uma reunião. Iemanjá estava em casa matando um carneiro, quando Legba chegou para avisa-la do encontro. Apressada e com medo de atrasar-se e sem ter nada para levar de presente a Olodumare, Iemanjá carregou consigo a cabeça do carneiro como oferenda para o grande pai. Ao ver que somente Iemanjá trazia-lhe um presente, Olodumare declarou: ?Awoyó orí dorí re.? ?Cabeça trazes, cabeça serás?. Desde então Iemanjá é a senhora de todas as cabeças. Iemanjá ajuda Olodumare na criação do mundo Olodumare-Olofim vivia só no infinito, cercado apenas de fogo, chamas e vapores, onde quase nem podia caminhar. Cansado desse seu universo tenebroso, Cansado de não ter com quem falar, cansado de não ter com quem brigar, decidiu pôr fim àquela situação. Libertou as suas forças e a violência delas fez jorrar uma tormenta de águas. As águas debateram-se com rochas que nasciam e abriram no chão profundas e grandes cavidades. As águas encheu as fendas Ocas, fazendo-se os mares e oceanos, em cujas profundezas Olocum foi habitar. Do que sobrou da inundação se fez a terra. Na superfície do mar, junto à terra, ali tomou seu reino Iemanjá, com suas algas e estrelas-do-mar, peixes, corais, conchas, madrepérolas. Ali nasceu Iemanjá em prata e azul, coroada pelo arco-íris Oxumarê. Olodumare e Iemanjá, mãe dos orixás, dominaram o fogo do fundo da terra e o entregaram ao poder de Aganju, o mestre dos vulcões, por onde ainda respira o fogo aprisionado. O fogo que se consumia na superfície do mundo eles apagaram e com suas cinzas Orixá Ocô fertilizou os campos, propiciando o nascimento das ervas, frutos, árvores, bosques, florestas, que foram dados aos cuidados de Ossaim. Nos lugares onde as cinzas foram escassas, nasceram os pântanos, a peste, que foi doada pela mãe dos orixás ao filho Omulu. Iemanjá encantou-se com a terra e a enfeitou com rios, cascatas e lagoas. Assim surgiu Oxum, dona da águas doces. Quando tudo estava feito e cada natureza se encontrava na posse de um dos filhos de Iemanjá, Obatalá, respondendo diretamente às ordens do Olorum, criou o ser humano. E o ser humano povoou a terra. E os orixás pelos humanos foram celebrados.
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