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Santa Izildinha (Busto)

Ref.: 558/40
Santa Izildinha (Busto) - Santa Izildinha (Busto) de 40cm produzida com exclusiva tecnologia do nosso gesso cerâmico resinado ou mesmo a resina super resistente. Utilizamos matérias primas selecionadas como o gesso, a resina e as tintas, mantendo um alto padrão de qualidade, acabamento e durabilidade com as cores mais lindas!

Todas as imagens são pintadas à mão com toda dedicação, muita fé e o carinho que o seu santo protetor merece!

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40cm
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Santa Izildinha (Busto)
Santa Izildinha (Busto) de 40cm produzida com exclusiva tecnologia do nosso gesso cerâmico resinado ou mesmo a resina super resistente. Utilizamos matérias primas selecionadas como o gesso, a resina e as tintas, mantendo um alto padrão de qualidade, acabamento e durabilidade com as cores mais lindas!

Todas as imagens são pintadas à mão com toda dedicação, muita fé e o carinho que o seu santo protetor merece!

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Tamanho: 40cm
Código de preço: AJ
Código: 558/40
EAN: 7898467300091
Maria Izilda de Castro Ribeiro morreu de leucemia em 1911, com 13 anos de idade, na cidade portuguesa de Guimarães. O mito começou a consolidar-se em 1950, quando um dos irmãos de Izildinha, Constantino de Castro Ribeiro, resolveu vir para o Brasil. Na mudança, trouxe o corpo de sua irmã. A exumação produziu espanto. Conta a lenda que, quase 40 anos depois da morte, o corpo de Izildinha estava intacto, coberto de flores ainda viçosas. Ao chegar no Brasil, ele se instalou na cidade de São Paulo, onde o culto teve início. O túmulo tornou-se ponto de peregrinação e centenas de graças lhe foram atribuídas. Constantino, era o irmão da ?santa?, e obteve muito lucro com a veneração. Em 1958, já se tornara um negociante, com título de comendador. Apartir daí resolveu transferir Izildinha para Monte Alto. Planejava abrir nesta cidade uma indústria de alimentos. A cidade recebeu-o com entusiasmo. Com o dinheiro arrecadado no lugar, ergueu-se um mausoléu. A comunidade portuguesa da região foi além: doou a Constantino terrenos para sua indústria. O culto a Izildinha se expandiu. Na década de 60, o mito tornou-se alvo de disputa judicial. Depois de se desfazer da fábrica em Monte Alto, Constantino tentou remover a santinha da cidade. Queria trazê-la de volta para São Paulo. O impasse foi resolvido em 6 de maio de 1964, pelo Tribunal de Alçada. O corpo foi incorporado ao patrimônio de Monte Alto. Magoado, o comendador nunca mais voltou à cidade. Ele está enterrado no cemitério São Paulo, no jazigo que mandara construir especialmente para a irmã famosa. Izildinha não é reconhecida pela Igreja, nem os devotos parecem preocupados com isso. O mausoléu não atrai as multidões dos anos 60, mas ainda fica repleto em meados de junho, quando se comemora o aniversário da menina. Os restos mortais repousam num caixão de chumbo e não podem ser admirados. Mas a lenda do corpo intacto resiste. Luís Antônio Guimarães, ex-administrador do mausoléu, conta que abriu o caixão há dez anos para executar alguns reparos. ?O corpo continua lá, perfeito?, garante, com olhos de assombro.
Oração a Santa Izildinha (Busto)
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