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Cabocla Jupira

Ref.: 50
Cabocla Jupira - Imagem de Cabocla Jupira de 25cm feita em gesso cerâmico resinado ou resina super-resistente, junto com outros materiais selecionados para dar à sua imagem um alto padrão de qualidade e durabilidade.

Além disso, é produzida artesanalmente com dedicação e carinho para você homenagear seu santo protetor com muita fé e amor!

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Cabocla Jupira
Imagem de Cabocla Jupira de 25cm feita em gesso cerâmico resinado ou resina super-resistente, junto com outros materiais selecionados para dar à sua imagem um alto padrão de qualidade e durabilidade.

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Tamanho: 25cm
Código de preço: AF
Código: 50
EAN: 7898467301562
Meu nome é Luciane maria Silva Miranda.tenho 47 anos e com dezessete anos dia 02/02/1982,quando eu tinha 7anos,minha mãe pediu que eu levasse junto com meu namorado uma bandeija para Iemanjá,pois segundo ela era dia de Nossa Senhora dos Navegante que é padroeira do RGS.Eu era um pouco rebelde com a aceitação da religião afro-umbandista, primeiro por não ter tido muito contato e segundo por ter tido educação católica ter gostado muito de tudo o que acontecia na igreja.Sem contar que não acreditava que realmente pudesse existir espiritos fora a divina trindade.Acontece que eu era bem adolescente e como tinha o sonho de me casar fiquei namorando e esqueci de levar a bandeija a qual já havia comprado e também montado. Na bandeija haviam duas cocadas, dois quindins, dois merengues, balas, mel, e velas brancas.Como estava resistindo em entregar, quando meu pai chegou do serviço minha mãe queixou-se para ele comunicando que havia me solicitado que levasse a bandeija para mãe Iemanjá e eu não teria obedecido. Então, ele disse que nos levaria no parque Marinha do Brasil onde ficava o rio Guaíba e poderíamos colocar a dita bandeija e fazer os pedidos para Iemanjá que era madrinha de meu pai desde seu nascimento. Todos nós meu pai , meu namorado, minha mãe e claro eu entramos no carro e seguimos para o Parque Marinha Do Brasil. Só que meu namorado, Rogério e eu íamos no banco de trás com a bandeijá na mão, eu disse a ele que iria comer aqueles docês , pois adoro cocadas e mais achava desperdício colocar todos aqueles docês na água como minha mãe queria.Foi quando disse a ele que eu íria comer pois meus pais pensariam que seria Iemanjá que teria comido, Mas, ao chegar no Parque comecei a gritar dei dois ponta pés na minha mãe e meu pai e criei uma força muito grande. Desgovernado o carro que meu pai pedia inutilmente para minha mãe controlar . Minha mãe dizia que eu estaria tomada por um espirito obcessor. Pedia para meu namorado me segurar , mas nada adiantava . Eu contava toda a história de minha mãe e meu pai e nunca tinha ouvido e cobrava muitas coisas deles.Eles levaran-me para minha tia que estava fazendo uma casa de religião e a minha tia me levou para casa da mãe de santo dela .Depois de muita cofusão fizeram trabalhos de troca de vida e saúde para mim e algumas limpezas na nossa casa . E no dia 17 /02/1982 quando estavam festejando o aniversário de casamento de meus pais. Eu tive um desmaio e depois de meu pai ter me dado muitos tapas na cara para que eu voltasse a sí,levantei incorporada com uma entidade gritando como Índio. Que disse estas palavras . Eu sou a cabocla Jupira, sou enviada por Iemanjá , filha de Ogum e Iançã, neta de Tupinambá,presto revêrencias á Santa Rosa de Lima.Depois disso minha vida nunca mais foi a mesma custei para me equilibrar , uns acreditavam na cabocla outros diziam que eu estava louca sofri bastante passei por inumeras casas de religião tentando acertar o passo . Hoje fiz um cantinho para a minha Umbanda. Texto de: Luciane Maria Miranda, de Porto Alegre, RS
Oração a Cabocla Jupira
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