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Mãe Marcelina

Ref.: 137
Mãe Marcelina - Mãe Marcelina de 40cm produzida com exclusiva tecnologia do nosso gesso cerâmico resinado ou mesmo a resina super resistente. Utilizamos matérias primas selecionadas como o gesso, a resina e as tintas, mantendo um alto padrão de qualidade, acabamento e durabilidade com as cores mais lindas!

Todas as imagens são pintadas à mão com toda dedicação, muita fé e o carinho que o seu santo protetor merece!

Compre sua imagem e receba em casa ou se preferir compre nas melhores lojas da sua região.
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40cm
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Mãe Marcelina
Mãe Marcelina de 40cm produzida com exclusiva tecnologia do nosso gesso cerâmico resinado ou mesmo a resina super resistente. Utilizamos matérias primas selecionadas como o gesso, a resina e as tintas, mantendo um alto padrão de qualidade, acabamento e durabilidade com as cores mais lindas!

Todas as imagens são pintadas à mão com toda dedicação, muita fé e o carinho que o seu santo protetor merece!

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Tamanho: 40cm
Código de preço: AJ
Código: 137
EAN: 7898467303238
fazem 106 anos que uma mulher morreu dentro de seu templo sagrado, professando sua fé, sendo esteio para uma comunidade. Tia Marcelina era uma ex-escrava africana de Janga, Angola, era uma descendente do Quilombo dos Palmares e de família real africana e juntante com Manoel Gelejú, Mestre Roque, Mestre Aurélio e outros fundaram os primeiros Xangôs do Brasil (como são chamados os terreiros), no bairro de Bebedouro em Maceió, Alagoas. Mãe Marcelina foi morta a golpes de sabre depois de ter seu terreiro invadido e quebrado. Ela foi uma das muitas mães e pais que sofreram esse crime e viram seus objetos sagrados sendo queimados em praça pública numa verdadeira inquisição, o ato ficou conhecido como o Quebra de Xangô, 1º de fevereiro de 1912 provocado pela Liga Republicana Combatente, não muito diferente do que vemos hoje né? Muitos contam que alguns filhos de santo fugiram com medo de serem mortos ou agredidos, é da natureza humana o instinto de preservação e obviamente muitos de nós faríamos o mesmo talvez. O que me pôs para pensar foi imaginar a solidão dessa mulher, negra e religiosa nesse momento e que vem de encontro com a missão dada por minha mãe Maria Conga de escrever através da mediunidade falando sobre a Fé dentro da Umbanda. Imagino seu olhar observando seu gongá sendo quebrado, seus filhos de santo, médiuns correndo em meio ao desespero, os gritos e ela firme ciente da sua força e sua crença. Queira Deus tenhamos a luz dessa ancestral sobre nós, só posso desejar isso aos mais novos e pedir a benção as mães que como ela, me ensinam a seguir! Antes de morrer, enquanto era assassinada mãe Marcelina gritou: “Bate moleque! Mata a preta velha, quebra braço, quebra a perna. Tira sangue, mas não tira o saber!”
Oração a Mãe Marcelina
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