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Xangô Yorubá
Ref.: 1320
Xangô Yorubá - Imagem de Xangô Yorubá de 30cm
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30cm
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Xangô Yorubá
Imagem de Xangô Yorubá de 30cm

Tamanho: 30cm
Código de preço: AH
Código: 1320
EAN: 7898535597606
Xangô é o orixá dos raios, trovões, grandes cargas elétricas e do fogo. Comemorado no dia 29 de junho, “Dia de São Pedro”. Xangô teve várias esposas sendo as mais conhecidas: Oyá (Iansã) , Oxum e Obá. É viril e atrevido, violento e justiceiro; castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores. A morte pelo raio é considerada uma punição do Senhor da Justiça. Da mesma forma, uma casa atingida por um raio é uma casa marcada pela cólera de Xangô. Xangô é considerado o rei de todo o povo yorubá. Xangô foi um grande rei que unificou todo um povo. Foi ele quem criou o culto deEgungun, muitos Orixás possuem relação com os Egunguns mas, ele é o único Orixá que, verdadeiramente, exerce poder sobre os mortos, Egungun. Xangô é a roupa da morte, Axó Iku, por este motivo não deve faltar nos Egbòs de Ikù e Egun, o vermelho que lhe pertence. Ao se manifestar nos Candomblés, não deve faltar em sua vestimenta uma espécie de saieta, com cores variadas e fortes, que representam as vestes dos Eguns. &nbsp; <strong>O Culto a Xangô:</strong> <strong>Saudação</strong>: Kawó-Kabiesilé <em>(</em>forma com que os Orixas são reverenciados); <strong>Cores</strong>: Vermelho e Branco ou Vermelho e Marrom ou Marrom e Preto ou Marrom e Branco ou somente Marrom ou vermelho.<em>As cores representam os Orixás, e podem variar segundo a linha religiosa</em>; <strong>Dia da Semana</strong>: Quarta-Feira; <strong>Elementos</strong>: Fogo, Vulcões, Tempestades, Sol, Trovões, Terremotos, Raios, criador do Culto de Egungun, senhor dos mortos, desertos e formações rochosas; <strong>Elemento Livro</strong>: os livros representam Xangô porque este orixá está ligado as questões da razão, do conhecimento e do intelecto. Bem como a Justiça e o Direito; <strong>Ferramenta</strong>: Oxê, machado duplo de dois cortes laterais feito e esculpido em madeira ou metal; <strong>Pedra</strong>: Meteorito; <strong>Domínios</strong>: Justiça, Poder Estatal, Questões Jurídicas, Pedreiras; <strong>Oferendas</strong>: Amalá, cágado, carneiro, e algumas vezes cabrito. Gosta de Orobô, mas recusa Obi (noz de cola), ao contrário dos demais Orixás; <strong>Dança</strong>: Alujá, a roda de Xangô. São vários toques que falam de suas conquistas, seus feitos, suas mulheres e seu poder e domínio como Orixá. <strong>Animais associados a Xangô</strong>: Tartaruga, Falcão, Águia, Carneiro e Leão. &nbsp; <strong>As qualidades de Xangô</strong> <strong>Afonjá</strong>  Afonjá, o Balé (governante) da cidade de Ilorin. Afonjá era também Are-Ona-Kaka-n-fo, quer dizer líder do exército do império. Segundo a história de Oió, no início do século dezenove, Oió era governada pelo rei Aolé, ele possuía aliados que eram espécies de Generais, que lhe davam todo o tipo de apoio mantendo assim o podes absoluto sobre o Reino Iorubá e os reinos anexados. Mas um dia um desses generais resolveu se rebelar contra Oió e se unir com os inimigos, esse general se chamava Afonjá que era conhecido como Kakanfo de Ilorin. Declarou-se independente de Oió. Com isso o Rei de Oió Aolé se envenenou para não ver o desmembramento do Império. Afonjá traíu o Império Iorubá, mas quando os rebeldes assumiram o poder Afonjá foi decaptado pelo seu novo aliado. Este alegou que se um homem traíu seu antigo rei ele voltaria a trair tantos outros. <strong>Obá Kosso</strong> – Título que recebe ao fundar a cidade de Kossô nos arredores de Oió, tornando-se seu Rei. Título dado também a Aganju, irmão gêmeo de Xangô quando de sua chegada em Oió foi aclamado como o Rei Não se Enforcou, Obá Kô Sô. <strong>Obá Lubê</strong> – Título que faz referência a todo o seu poder e riqueza, pode ser traduzido como Senhor Abastado. <strong>Obá Irù ou Barù</strong> – Título dado a Xangô logo após chegar ao apogeu do império, quando cria o culto de Egungun, é aclamado como a forma humana do Deus primordial Jakutá sobre a terra,senhor dos raios, tempestades, do Sol e do fogo em todas as suas formas. Ele acaba por destroir a capital do Reino numa crise de cólera e depois arrependido, se suicida , adentrando na terra. <strong>Obá Ajakà</strong> – Também intitulado Bayaniym,” O pai me escolheu “, que faz referência a ele por ser o filho mais velho de Oraniã, e ter por direito que assumir o trono, irmão mais velho de Xangô. <strong>Obá Aganjù</strong> – Aganju representa tudo que é explosivo, que não tem controle, ele é a personificação dos Vulcões. <strong>Obá Orungã</strong> – Filho de Aganju Solá e Iemanjá, Orungã é dono da atmosfera é o ar que respiramos, dono da camada que protege a Terra. Ver mais abaixo. <strong>Obá Ogodô</strong> – Muito falado também, é apenas o que se diz sobre Xangô, pois, Ogodô é o verbo bocejar. Então, quando está trovejando, o que se diz é que Xangô está bocejando. Dai Xangô Ogodô, é apenas um título de Xangô. <strong>Jakutà ou Djakutà</strong> – Jakutá, é a representação da justiça e da ira de Olorun, míticamente Xangô foi iniciado para este Orixá sendo considerado como a forma divina primordial do mesmo. Ele foi enviado em sua forma divina por Olorun para estabelecer a ordem e submeter Oduduá e Oxalá aos planos da criação durante um momento de conflito entre as divindades. É o próprio Xangô. <strong>Obá Arainã – Oroinã e Oraniã</strong> – Personificação do fogo, o magma do centro da terra é o pai de Xangô e de Aganju em sua forma humana. <strong>Olookê</strong> – Orixá dono das montanha, em algumas lendas é um dos filho de Oraniã, foi casado com Yemanjá. &nbsp; ----------------------------- Talvez estejamos diante do Orixá mais cultuado e respeitado no Brasil. Isso porque foi ele o primeiro deus iorubano, por assim dizer, que pisou em terras brasileiras. É, portanto, o principal tronco dos candomblés do Brasil. Xangô é o rei das pedreiras, Senhor dos coriscos e do trovão, Pai de justiça e o Orixá da política. Guerreiro, bravo e conquistador, Xangô também é conhecido como o Orixá mais vaidoso, entre os deuses masculinos africanos. É monarca por natureza e chamado pelo termo Oba, que significa rei. E é o Orixá que reina em Oyó, na Nigéria, antiga capital política daquele país. No dia a dia encontramos Xangô nos fóruns, delegacias, ministérios políticos. Encontramos Xangô nas lideranças de sindicatos, associações, movimentos políticos, nos partidos políticos, nas campanhas políticas, enfim, em tudo que gera habilidade no trato das relações humanas ou nos governos, de um modo geral. Texto de: Kellyn Pallacios, de Ilha de Itamaraca, PE
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